domingo, 4 de setembro de 2016

Bonecas são de Júpiter!




Reza a lenda que os homens moravam em Marte (marcianos) e as mulheres moravam em Vênus (venusianas), ambos viviam separadamente e em total harmonia, mas faltava alguma coisa que ninguém, em nenhum planeta sabia explicar. Os marcianos começaram a olhar as moradoras de Vênus, através de telescópios e bastou uma só olhadela para despertar neles sentimentos desconhecidos até então. Desta forma, inventaram a viagem espacial e voaram até Vênus para conhecer suas moradoras.

Foi amor à primeira vista. Riam sobre suas diferenças e amavam as mesmas.
Viveram meses, anos, assim em total harmonia. Existia um amor mágico entre eles. Deliciavam-se em estar juntos, em fazer coisas juntos, em pensarem juntos. Apesar de serem de mundos diferentes, eles se divertiam com suas diferenças. Passaram anos se conhecendo, aprendendo a respeitar uns aos outros, apreciando suas necessidades, desejos e comportamentos diferentes.

Aí, eles resolveram voar para a Terra. No começo era tudo lindo e maravilhoso! Mas com o passar do tempo a atmosfera da terrestre começou a tomar as rédeas da situação e uma certa manhã os terrestres acordaram com um tipo peculiar de amnésia – a amnésia seletiva.

Desde esse dia, homens e mulheres têm vivido em conflito, pois tanto os marcianos quanto a venusianas esqueceram que eram de planetas diferentes e, desta forma, deveria ser diferentes. Naquela manhã, foram apagadas de suas memórias todas as coisas que tinham aprendido sobre suas diferenças.

Mas vamos combinar que a praticidade masculina é algo fascinante!!! Eles vivem nos melhores dos mundos. Suas grandes aspirações são: ter um bom emprego, ter um mega automóvel importado, e lógico, na “night” poder pagar uma bebida para uma gatinha, no intuito de levá-la para cama. Que simplicidade útil, né? 

Imagina se todo mundo fosse assim? Não adianta nem dizer que seria uma monotonia, porque não seria. Essa estória que dizem por aí – “O que seria do azul, se não fosse o rosa?” – é apenas um jargão totalmente sem nexo, utilizado por pessoas que não aceitam a filosofia masculina como sendo a melhor filosofia de vida.

Sou muito suspeita em falar... rs... Não sei vocês, mas eu ADOOORO homem. O melhor é que não gosto apenas de uma única coisa – eu gosto de tudoooo! O cheiro, o toque, a atitude, os pelinhos do peito, a barbinha por fazer, até do ronco, eu adooooro! Rs... Abrindo um parêntese aqui: “Gosto do cheiro de homem cheiroso, é claro!”.

Homem diz sim ou não ao “pé da letra”. Ou é, ou não é. Não tem meio termo. Lógico que, às vezes, nos magoa, por não ser exatamente o que queremos ouvir. Tenho muitas amigas, que tento catequizá-las para entender esse universo que, tanto, nos dá prazer. Amigas que vivem em um mundo imaginário, querendo que os homens ajam exatamente como elas gostariam. Se você é uma dessas..., se afogue! Isto nunca vai existir. Lembrem-se que eles são de planeta diferente.

Mulheres já são chatinhas. Desculpem-me, mas vocês sabem do que estou falando, né? Não todas – é claro! Toda regra tem a sua exceção. Mas, estatisticamente, de um grupo de 10 mulheres, 8 são chatas. Quando me refiro a serem chatas, quero dizer... hummmm.... bem, quero dizer: “frescas”.

Meninas, lembrem-se que homens não têm muito saco para as frescuras, TPMs e seus “mimimis”. Só fingem que aturam pra depois se divertirem com suas vaginas. Rs... Ai, que nome antiquado, né? – VAGINA.

Se vcs não tivessem xerecas, eles nem vos dariam se quer um “Bom Dia!”. Logo, sejam mais práticas. Querem dar para eles? Então, deem sem ter que esperar 3 meses ou o 6º encontro.  Éhhh..., meninos, tenho amigas que usam esta medição. Mesmo que suas pepecas estejam em brasas ou coçando, elas só lhes farão felizes mesmo depois que alcançarem suas metas sociais pré-estabelecidas. Isto não é coisa de louco? Ou melhor, de frescas? Rs...

Amoras..., estamos em pleno século XXI e Deus nos deu a vida para sermos felizes e vivê-la intensamente; então, não percam tempo querendo dissimular a fome de suas “xaninhas”. Isto é maldade com as bichinhas. Rs...

Lembrem-se que existem milhares de “Bucetas Voadoras” atacando seus boys por aí; e ainda existe a concorrência das bonecas: sapecas, serelepes e sagazes! Prontas para o abate. Muitas cotoveladas nas costelas das adversárias. E saibam, ainda, que lançam mão das suas armas mais poderosas e afiadas quando "vão para a guerra". Enquanto as meninas, na maioria das vezes, nem as utilizam pelo medo do que eles vão dizer ou pensar... 
Amoras..., eles podem até pensar, mas jamais irão dizer. Os amigos deles podem achar que vc é uma puta... kkkk...

A boneca já não faz a linha dissimulada e nem se faz de rogada na hora que é caçada. Deixa ser arrebatada e só se dá por satisfeita, depois de derrotada. Quando suspira, olhando pra aquele homem lindo e gostoso ao seu lado, e pensa: “Ai..., como eu sou bandida.” Rs...

As bonecas são de Júpiter, mas utilizam a velocidade da luz para transitar entre Marte e Vênus sem a menor cerimônia. Talvez, esteja aí o grande mistério da sedução.


Bjinhos meus amores e até o próximo domingo.

domingo, 28 de agosto de 2016

Tabu Gostoso



Olá, meus amores...!

Hoje, Domingo, 28/08/16, 9h50, aqui deitada no sofá, assistindo TV e ouvindo musica, comecei a pensar nos tabus que sociedade nos faz comprar, sem ao menos termos o direito de experimentar antes de tecermos nossos próprios pontos de vista.

Um que muito me chocou foi o tabu do rabo masculino. Comecei a pensar no rabo masculino, sem foco em algum específico. Pensei simplesmente em um RABO e MASCULINO.

Calma!!! Calmaaaa...!!! Não estou falando em introduzir nada. KKKK... Estou falando em se permitir, no que tange a se conhecer melhor a cada dia, tanto vc quanto o seu parceiro, e  a saber explorar cada pontinho do seu corpo, sem que seus desejos sejam podados por tabus.

Se permitir é deixar a coisa acontecer, é estar aberto a novas sensações e emoções, é ser consciente o suficiente e honesto contigo mesmo para entender que você tem o direito de  gostar ou não de tudo que refere-se a sua única propriedade – você mesmo.

Exemplo, eu não suporto comer inhame. Mas eu sei disso porque, em diversos momentos da minha vida, me permiti a experimentar.  Nossas percepções sobre coisas mudam conforme vamos amadurecendo e de todos os pratos que experimentei, o único sabor  que gostei, foi o da sopa de inhame. Olha que engraçado..., eu não su-por-to inhame, mas me permiti e de toda aquela coisa ruim (pra mim, pois tem gente que adora inhame), descobri que tem uma forma que gosto de comer inhame – na sopa.

E assim é com nosso corpo.

Eu detestava linguinha babada na orelha, hoje em dia eu continuo detestando... kkk...

Então, voltando ao fetiche proibido, quer coisa mais bonita do que os glúteos masculinos?! (dos que têm e claro! Rs...). Coesas, durinhas, macias, sem celulites... 
Acho lindo de ver, de tocar, morder, beijar, acariciar, apertar, beliscar, arranhar e etc.

Embora ainda exista um machismo exacerbado por essas áreas masculinas, as pessoas andam se permitindo e percebendo o quanto de tempo perdido com esse tabu.

Converso muito com amigos sobre estes temas “pré-proibidos”, digamos assim, a fim de adquirir novos ensinamentos; como se diz: “Ao falar, vc apenas repete o que já sabe, mas ao ouvir, talvez vc possa aprender alguma coisa”. Então gosto muito de enriquecer meu acervo com novas opiniões sobre qq tipo de coisa.

Tenho amigas que após nossas primeiras conversas sobre este tabu, começaram a se permitir com seus cônjuges, através das técnicas que ensinei, a do “How to Achieve the Target”. E hoje em dia, além de ver a felicidade estampadas em seus rostos, confesso que já estão bem mais soltinhos.

Tenho outras, cujos amantes já estão se abrindo feito uma couve-flor... Kkkk... Que horror!!! 
Na verdade, se sentindo bem mais soltinhos, digamos que extrovertidos demais. Na rua o santo faz milagre e dentro de casa não quer fazer, né? Rs... Então, depois de anos de amigamentos, elas resolveram se permitir, ou melhor, fazer com que seus relacionamentos se permitissem ao menos serem felizes e prazerosos.


Então se permita hj e sempre a fazer aquele algo que vc via com maus olhos e existirão alguns que vc realmente se surpreenderá. Isso é algo que vc poderá levar para toda sua vida; pois o amadurecer lhe proporcionará muitas coisas boas.

Beijinhos e até o próximo Domingo.


domingo, 21 de agosto de 2016

Nem tudo são flores


A vida de uma boneca assumida não é tão simples ou fácil quanto vc possa imaginar. Às vezes nos deparamos com certos constrangimentos e tentativas de humilhações que doem lá no fundo da alma; desta forma, temos de sair de casa preparadas para escutar de um tudo -  desde ser chamada de linda princesinha à noiva do Chuck.

Já chamamos a atenção pelo simples fato de sermos, na grande maioria, mais altas que a média das mulheres. Algumas ainda usam roupas decotadíssimas, querendo mostrar suas novas formas e silhuetas artificialmente adquiridas. As combinações extravagantes, utilizadas por outras, também contribuem para torná-las visivelmente mais destacadas no meio da multidão. Eu já sou adepta do "menos é mais".

O que estranho, na verdade, são as atitudes de uma minoria de homens, simplesmente pelo fato de saber que os que mais debocham ou fazem piadinhas de mau gosto são os que mais tarde, na calada da noite, depois de deixarem suas namoradas ou noivas em casa, procuram uma boneca na intimidade para relaxar, e a maioria ainda adoram dar rabo.

Alguns casos, são de pessoas mal resolvidas que tentam desviar a atenção delas para não serem postas na berlinda e, desta forma, acabam magoando pessoas que nunca viram na vida. Preconceito? Não, não se trata de puro preconceito. Trata-se de algo mais medonho, de um desvio de caráter exacerbado, onde o diferente os intimida.

Por outro lado, me escangalho de rir com certos comentários. Mas já conheci meninas que se ofendiam profundamente por muito pouco é acabavam partindo para a agressão. E intimidados, os covardes pegos pelo inesperado acabavam ficando com caras de idiotas, sem graças e humilhados na frente dos amigos e de todos a sua volta, sem necessidade alguma - se ficassem de biquinhos fechados poderiam dormir sem essa.

Certa vez, na fila de uma boate no Rio de Janeiro, ouvi um garoto falando para um amigo: “Olha aí a mulher de tromba.” kkkk... Na mesma hora cai na gargalhada, porque achei muito engraçado e bastante pertinente o comentário. Ele ficou sem graça e ao mesmo tempo surpreso, pois achou que iria me constranger.

Já dentro de boates, o assedio é bem grande. Alguns, mais atentos, percebem logo que não se trata de uma mulher, enquanto outros nem se tocam. Existem também os que não estão nem aí - chegam junto e nem se importam com a opinião alheia. Uma coisa tem de ser dita: nunca me trataram mal ou com desrespeito, mesmo sabendo da verdade.

Sabemos que tudo é uma questão de tempo, pois o diferente incomoda os seres aculturados e inseguros de suas próprias masculinidades, desta forma a ofensa os faz sentirem-se superiores a nós. 

O ser humano tem de estar preparado para aceitar as pessoas do jeito que elas são. A sociedade aceita coisa muito pior na vida, né? Aceita viver em meio a violência urbana, aceita os políticos corruptos, aceita a injustiça, aceita a não ter uma condição digna de saúde pública e de educação, aceita a impunidade e por aí vai... Ficaria horas aqui enumerando diversas coisas que aceitamos sem querermos. Por que não aceitar essa nossa diferença sadia e inofensiva?
Não queremos se melhor e nem pior do que ninguém. Queremos apenas viver e ser feliz com nossas vontades, convicções e diferenças.


“Ela só me faz um cafuné 
E depois me olha com vontade 
Sua casa é azul e verde 
Cercada de grandes árvores 
Nos segredos dela se aposta viu! 
Nos cabelos dela não se toca ouviu!
Eles são de nuvem ou bombril? 
Eles são ousados ou só seus? 
Essa boneca tem manual?”



Beijinhos e até o próximo post.





domingo, 14 de agosto de 2016

Será que Freud explica?



O ser humano é uma raça muito estranha, né? Em todos os campos da vida têm sempre um pouco de insanidade no seu modo de ser, agir e pensar. Eu, com minha loucura incansável de ser uma boneca perfeita, outros na profissão, outros no amor e por aí vai..., mas a maior das loucuras é no âmbito sexual. Na época que utilizava a internet para me relacionar com seres mundo a fora, me deparado com pessoas, cujos desejos erm os mais loucos possíveis, quase que inimagináveis.

Lembram-se da passagem bíblica sobre Sodoma e Gomorra, duas cidades que teriam sido destruídas por Deus com fogo e enxofre descidos do céu? Bom, pra quem não conhece essa estória, segundo o relato bíblico, as cidades e os seus habitantes foram destruídos por Deus devido à prática de atos imorais. Portanto, esses desejos loucos e  libidinosos do ser humano, já datam de milênios.

Às vezes, fico pensando cá com meus botões, se alguns desses nossos desejos mais íntimos não beiram a insanidade ou se é simplesmente uma questão de gosto. Já pude comprovar, também, que gosto é igual a “cu”, cada um tem o seu e pronto. Mas fico bastante perplexa com os comentários, estórias e sugestões de pessoas que converso ou troco experiências.

Hoje, vou contar algumas passagens verídicas e os nomes dos personagens serão (logicamente) trocados para não expor ninguém e muito menos levar processo nas costas.

Uma vez, estava numa sala de bate-papo e fui abordada por Joana, paulista, 36 anos, advogada e bem sucedida. O que me chamou a atenção foi o “approach” meigo e carinhoso dela, perguntando-me se poderia dar-lhe a oportunidade de teclarmos um pouco, pois na sala não tinha encontrado ninguém com maturidade suficiente para conversar e abordar certos temas e desejos íntimos. Devo confessar que pelo modo que Joana escrevia tratava-se de uma pessoa culta e extremamente carente. Confesso também que raramente dava oportunidade para teclar com mulheres. Algumas eram “sapatamentes” pervertidas e outras loucas, querendo transar comigo (me dá ânsia de vômito só de pensar). Fala sério, né? Sempre deixava bem claro que meu negócio era “hooooome”, maaaaaacho... rs...

Bom, voltando ao caso da Joana... Trocamos algumas dúzias de palavras e senti-me sensibilizada pela carência da menina (às vezes, me sinto a pscicóloga e quero ajudar as pessoas a se encontrarem ou se entenderem, enquanto eu mesma, por vezes, não me entendo. kkk... Coisas da vida!). Não tardou e  pedi para ela me adicionar no MSN (nossa, como sou antiga! Da época do MSN; aliás, sou da época do ICQ). O fato foi que logo que nos encontramos lá, no MSN, ela já veio falando que tinha uns desejos e fantasias e que fazia coisas, que as pessoas não entendiam muito e a achavam louca. Alguns minutos depois, tive a certeza de que ela já estava num estágio tão avançado da loucura, que não tinha mais jeito, já se tratava de uma doença crônica.

A binchinha (digo, bichinha, sem querer fazer trocadilhos – pelo amor de Deus!!! Longe de mim, querer fazer brincadeira com essas coisas sérias, ainda mais em se tratando de doenças – mas, meramente, por sentir pena dela. Quando fico com dó de alguém, costumo me dirigir ou me referir à pessoa no diminutivo) disse pra mim que uma amiga dela tinha um haras no interior de São Paulo e que elas adoravam passar os finais de semanas cuidando dos pôneis e dos cachorros que criavam lá. Até aí, normal. Há pessoas que têm um apreço enorme por animais de estimações.

Joana já estava me convidando para ir ao tal haras (mas como assim??? Mal conheci a pessoa e já estava me convidando para ir ao haras da amiga. Rs... Tentei associar as mais vastas situações de orgias sexuais, até porque a tinha conhecido em uma sala de bate-papo de sexo virtual, mas sinceramente, não cheguei nem perto do que ela queria oferecer). Foi quando ela me perguntou se poderia me enviar umas fotos para ver se gostaria de estar com elas por um final de semana.

Já tinha ouvido falar e visto até vídeos na internet sobre zoofilia, que a gente nunca sabe se é verdade mesmo ou se é montagem. Mas daí a conhecer alguém que realmente curte esse tipo de coisa – nunca!!! Gente..., as fotos eram dela e da tal amiga fazendo sexo com os pôneis e com os cachorros. Não tive nem coragem de falar: “Ah, que legal!!!” – como se aquilo, que estava diante dos meus olhos, fosse a coisa mais natural do mundo, porque para mim, de fato, não era. Meu impulso foi de bloquear e deletá-la na mesma hora. Que noooojo!!! Que mente doentia! Não sei como essas pessoas não têm medo de pegar uma doença. Ou sei lá, se isso é possível, ficar grávida de com cavalo ou de um cachorro. Engraçado era que nunca aceitava teclar com mulheres e quando aceito me aparece uma figura dessas.

No começo, até achei que ela e a tal amiga fossem “sapatas” ou que gostassem de usar e abusar dos peões do haras (essa última parte seria até um pouco mais interessante). Mas não tardou muito para dar um “passa-fora” nela, pois não curto mulher em hipótese alguma – seja ela sapata, sapatão, sapatilha, sandalha, rasteirinha ou qualquer coisa do gênero; e muito menos orgias, sejam lá de que espécie for.

Se existe uma coisa que me irrita profundamente é certa destreza que alguns homens têm em querer sexo a três. O mais engraçado é que eles sempre sugerem a gente com uma de nossas amiguinhas, nunca sugerem um trio onde ele tenha um concorrente, né? A proposta é sempre ele sendo o único e soberano no harém. Não que participaria se fosse a “Dona Flor”. Não curto esse tipo de relação. Aliás, sou muito ortodoxa no que tange ao momento ou ato sexual propriamente dito. Curta relação sadia entre duas pessoas apenas (eu e ele, ele e eu). Nada de orgias, sadismos e masoquismos ou qualquer outra coisa parecida. Não condeno quem os pratique. Deixo claro que sou desprovida de qualquer tipo de preconceito. Acho que as pessoas devem fazer na vida o que lhes faz bem. Eu, particularmente, tenho alguns princípios, que me inibem de qualquer ato mega ou ultra pervertido. Não vou ser puritana, dizendo que nunca fiz. Seria um misto de demagogia e mentira da minha parte. Fiz e não gostei. A partir de então me permiti a fazer somente coisas que me dessem prazer.
Era do tipo extremista, se o homem insistisse muito neste assunto, o deletava e ponto final - mal cortado pela raiz.

Sigmund Freud diria que as mulheres são infelizes por serem "castradas". Eu diria que elas são infelizes por serem cheias de pudores. Que dizer: algumas né? Porque, hoje em dia, têm mulheres que estão piores que os homens. A libertinagem masculina tem uma única razão de ser – o “falo”. Desculpem a figura de linguagem, mas isso tudo é explicado pelos hormônios. A testosterona (hormônio masculino) é a grande responsável por essa compulsão sexual – digo isso por experiência própria – mas têm alguns homens que perdem um pouco dos limites. Sei que tesão é uma coisa inexplicável mesmo. Já me deparei com cada proposta indecorosa que deixaria o Calígula enrubescido de vergonha.

Marcelinho, moreno, gato tijucano, 28 anos, um fofo. Esse me surpreendeu com um pedido, digamos que, um tanto quanto bizarro. Rs... Começou dizendo que tinha adorações por pés e tal (podólatra, pensei logo. Rs...) Distúrbio mental? Acho que não, né? Tem homem que gosta nucas, joelhos e etc. Acho que não seria nenhum tipo de distúrbio alguém gostar de pés. Até aí, achei normal. Mas o pedido que me fez, foi o que achei estranhíssimo. Perguntou se eu poderia deixar um chulezinho nos meus pés pra ele cheirar. (Gente, agora me diga: eu estou louca ou isso é normal?) Um homem, gato, gostoso, querendo que eu deixasse um chulezinho para ele cheirar? Kkk.... Desculpem-me por gargalhar desse jeito, mas acho isso no mínimo muito engraçado. Mas engraçada ainda foi a minha reação... “Ahannnnn??? Chulezinho? Gato, como eu deixo um chulezinho nos meus pés?” Logo eu que sou paranoica com assepsias. Deixar meus pés fedendo seria a morte pra mim. Alias, nem sei como se faz para deixar o pé fedendo com o tal chulezinho. Será que se eu pisasse em um cagalhão de cachorro e deixasse secar por alguns dias meus pés ficariam com chulezinho para ele cheirar? O papo com ele logo me embrulhou estômago. Meio que o deixei de lado. Não o deletei, mas não dava muita trela quanto ele tentava puxar conversa no MSN.
Depois de um tempo, o conheci pessoalmente na festa de aniversário de uma amiga. Ficamos conversando por horas. Um papo super agradável e saudável. Nem o tinha reconhecido, quando ele comentou que  já tinha tido oportunidade de conversar comigo por diversas vezes na internet. Que tinha meu MSN e disse o seu “nickname”. Rs... Daí, lembrei logo que se trava do “Chulezinho”.

Bizarrice é outra coisa que não curto. Imagine eu, toda limpinha, cheirosa e fresca, participando de sessões de cacofagias. Aliás, nem imaginem; porque isso nem morta faria.

Enveredando agora pela escatologia, veio a minha mente o Bruno da Ilha, gato, 25 anos, 1,87m, 83kg, moreno, corpo totalmente sarado, varias “tattoos" no ombro, braços, costas e lateral do abdômen – homem lindo e gostoso para ninguém botar defeito. Um verdadeiro deus grego! Sai com ele algumas vezes, mas definitivamente não dava. O fetiche desse era de ser humilhado e, depois do sexo, ser mijado. Como se chama isso mesmo? Gotas douradas... rs... Ah, não... Acho que o nome correto é chuva dourada.

Ai, meu pai. Lá vou eu... Rs...

Sou muito carinhosa no que se refere a relações interpessoais; portanto, Humilhar ou xingar alguém é algo inconcebível para mim. Quando o conheci e ele me disse esses seus fetiches, até tentei ajudá-lo. Quem sabe não poderia ser legal! Mas ficava super sem graça a cada vez que tentava humilhá-lo. E olha que ele ainda me dizia do que deveria xingá-lo, de como deveria agir e tratá-lo, mas simplesmente não dava. Ver aquele homem lindo na minha frente, me incitava a coisas belas, a chamá-lo de gostoso, de lindo, de gato, de tesão e etc. Não ficar falando coisas abomináveis para ele. Mas fazer o quê, se o prazer dele estava nisso? Tentei deixar minha bondade de lado e ser um pouquinho malévola e escrota com ele. Minha voz embargava, suava frio, muito sem graça e, com todo meu empenho em incorporar a masoquista, proferia baixinho e totalmente inibida o que ele queria ouvir. Era um martírio encontrá-lo. Antes do sexo era totalmente normal, mas bastava que ele ficasse excitado, que pronto: tinha que escrotizar o menino. Fazê-lo de “gato e sapato”. Fazê-lo rastejar aos meus pés. Mandá-lo fazer isso e aqui. Tratá-lo com total subserviência. E depois do sexo, com certa resistência, colocá-lo dentro do box e dar “aquela senhora mijada” sobre ele. Aí, que horror... Sentia-me péssima... Ele ainda tinha coragem de me perguntar se aquilo me dava prazer. (Gente..., pra ser sincera, não sentia prazer nenhum. Aliás, duvido muito que alguém realmente possa sentir prazer em mijar outro alguém). Talvez, para ele possa ser um barato sentir um líquido quente escorrendo pelo rosto, boca, corpo e etc.; mas para mim, era totalmente desestimulante e descabido.

Deletei-o “trocentas” vezes do meu MSN e ele “trocentas” outras vezes criava um novo e-mail só para fazer contato comigo novamente. Rs... Acho que o fato de sempre deletá-lo, já o fazia ter prazer – era uma forma dele se sentir rejeitado e humilhado. Kkk...

Nesse mundo, tem louco pra tudo, né?! Rs...

Como disse o autor Augusto Cury em uma de suas obras: “De gênio e louco todo mundo tem um pouco”.

Beijinhos estalados e até o próximo “post”.


domingo, 7 de agosto de 2016

Meu marido sai com bonecas, ele é gay?



Sou aficionada pela Psicologia, principalmente a Evolutiva (PE) que propõe explicar características mentais e psicológicas – tais como memória, percepção, ou linguagens – como adaptações, onde a mente de um ser, seja ele qual for, pode ser melhor entendida através da evolução humana; ou seja, a forma com que a mente se adapta a realidade em busca de uma melhor maneira de viver.

A mente masculina com suas adaptabilidades muito me fascina; seja pela praticidade, desejos descompromissados e clareza de expressões, verbalizando sempre literalmente o que quer dizer – se fala “sim”, é “sim” e ponto final; diferentemente da mulher que fala “não” querendo dizer “sim” e vice-versa.

O desejo de um homem por uma boneca então e algo muito intrigante e que vem envolvido de preconceito pelo mesmo e pela sociedade. Preconceito hipócrita, diga-se de passagem.

Ajudem-me a resolver o problema abaixo. Mas hoje, gostaria muito da sua participação, se fosse possível. Deixando sua resposta no espaço determinado aos comentários ao pé do texto.

“Pedrão desde muito garoto sempre fora um garanhão entre a mulherada.
Namorou muitas meninas e aos 18 anos teve um filho avulso com Marília, chamado Bernardo.
Casou-se aos 26 anos com Cleide e deste relacionamento nasceram Cátia, Gustavo e Perla, que hoje se encontram com 24, 22 e 18 anos, respectivamente.

Um dia antes de sua Boda de Prata (25 anos de casamento), Pedrão conheceu Tatiana, uma travesti de 26 anos, em um aplicativo de relacionamento e resolveu realizar um desejo sexual que há muitos anos tem: o de sair com uma transgênero.

Por conta dos preparativos para a festa de Boda de Prata, que aconteceria no dia seguinte e embora o desejo fosse enorme, ele não pode marcar um encontro para conhecê-la pessoalmente.

A festa foi um sucesso! Que casal lindo!!!

Alias 25 anos de casado não é para qualquer um. Hoje em dia, os casamentos não passam da crise dos 5 anos.

A semana seguinte transcorreu tranquilamente e na quinta-feira, à tarde, Pedrão saiu 2 horas antes do seu trabalho e foi ao encontro de Taty, desta forma poderia chegar a casa no horário tradicional, sem levantar questionamentos de Cleide.
O encontro foi simplesmente maravilho e Pedrão se arrependeu de não ter realizado o seu desejo há muito mais tempo.”

Agora, solucione o problema:

Ele viveu 51 anos como heterossexual, será que por conta de 30 minutos de sexo com uma transgênero, ele deixou de ser homem e virou gay?

Deixe seu comentário lá embaixo, ficarei muito feliz em saber o que vc pensa e dessa forma estará me ajudando na minha incansável pesquisa sobre a mente humana.

Hoje em dia, eu já não perco mais tempo tentando explicar a diferença entre homem que se relaciona com boneca e gay.  Deixo iludidas minhas tolinhas amigas, enquanto seus maridos e namorados “machos pra caralho” se deleitam na perversidade transgênero.
Partindo do ponto que na visão delas isso é verdade (todo homem que sai com boneca é gay), será que elas nunca desconfiaram que seus amados possam ser gays? Rs...

Bom, não deve nem passar pela cabeça delas que o desejo mais picante da grande maioria dos homens é de ter uma experiência sexual com uma boneca. Digo isso com propriedade, por anos de estudos e por vivenciar o “backstage e underground” desse mundo libidinoso. Embora todos, até os que apreciam ou se relacionam com uma jamais admitirão no meio de seu convívio social este desejo ou façanha. Lembram-se do preconceito que poda tudo? É bem por aí...

Essa evolução psicológica nasce do autoconhecimento. Imagine se vc pudesse fazer sexo com vc mesmo, seria o sexo mais perfeito e gostoso do mundo, não acha?
Vc conhece seu corpo, sabe como ele reage aos estímulos externos, conhece todos os seus pontos erógenos, sabe o seu tempo para atingir ao orgasmo e por aí vai.
Por isso se diz, que a melhor felação é sempre aquela realizada pelo mesmo sexo (let - por sexo feminino; e boquete - por sexo masculino). Muito normal ter essa percepção.

Homem acha que sexo oral em mulher é ficar com a língua como se fosse de uma cobra sibilando freneticamente no clitóris dela. E a mulher, por sua vez, acha que o sexo oral em um homem é só pôr o falo dele na boca e ficar com movimentos para baixo e para cima, arranhando os dentes em sua glande ou ainda colocar o saco na boca sem nenhum cuidado e puxar o máximo que puder e depois soltar, feito um estilingue – se o seu boy estiver se contorcendo, minha amiga, não ache que é de prazer - dói pra caralho!
Em uma das minhas postagens anteriores, ensino exatamente como se fazer um bom boquete ou lamber uma xoxota.
Só para o seu conhecimento: ganhei 4 vezes consecutivas o concurso “Boquinha de Veludo” e estou me preparando para o próximo que será o “Garganta Profunda”. Kkkk... Sacanagem, gente! Foi só para descontrair.

Portanto, meus amores, tanto o clitóris quanto a glande possuem tecidos muito sensíveis com inúmeras terminações nervosas. Vão com mais calma e leveza da próxima vez. Tenho certeza que seus parceiros irão ter muito mais prazer.

Quando me refiro há anos de estudos tentando entender a mente masculina, é pq além de buscar respostas em literaturas, faço pesquisa de campo, seja com familiares, amigos e etc. Se algum dia alguém se sentir invadido por minhas loucas perguntas profanas... rs..., podem me falar, ok? Saberei entender perfeitamente até onde posso ir.

Engraçado que o comportamento e o entendimento sobre a questão relacionada ao envolvimento com uma boneca são comuns e unanimes entre todos.
Mais abaixo abordarei algumas perguntas que me lembro de enquetes que andei realizando nessa minha peregrinação.

Geralmente, a curiosidade por boneca começa no finalzinho da puberdade (entre os seus 17 e 19 anos), onde os hormônios masculinos estão em ebulição e a todo vapor. Lógico, que tem alguns mais safadinhos que se interessam um pouco mais cedo. E na maioria das vezes, essa curiosidade é desencadeada pelo contato visual de uma boneca em revistas, sites, filmes ou até mesmo nas ruas.

O interesse, embora latente, brota de forma confusa na cabeça deles, que chega a dar certa peninha de tamanha crueldade. Crueldade esta imposta por uma sociedade hipócrita e machista. Onde o ser humano, seja ele homem,  mulher, flor, fruta, carro ou cigarro, tem o livre arbítrio sobre seus próprios sentimentos podados, vivendo fadado a ser taxado de gay, caso esse desejo seja verbalizado ou realizado.

Existe e sempre existirá certo preconceito com relação às transgêneros, mas que só nós mesmas poderemos mudar. Em outro post já escrevi sobre este assunto (“O Lixo da Sociedade”).

Pode até parecer meio contraditório o que vou escrever aqui, mas tenho um verdadeiro pavor de bonecas e só tenho uma única amiga boneca há 20 anos. Pelo pouco contato que tive com outras, achei a grande maioria bandida, perversa e interesseira, que só querem tirar proveito da situação, ainda mais se souber que o homem é casado. Aí, lascou-se tudo. Vão chantageá-lo e o extorquir o máximo que puderem.  Leiam bem: "a grande maioria". Não quer dizer todas sejam. Sei que existem muitas do bem e com outros propósitos na vida.

Portanto, quando essa curiosidade ou fetiche (digamos assim) nasce na cabeça de um homem, ela vem cheia de dúvidas e medos. A vontade está ali e daí pra frente, realizar esse desejo, será apenas uma questão de tempo. Muitos levam anos para tomar essa decisão, outros são mais imediatistas, outros mais cautelosos e assim vai... O fato é que, inevitavelmente, esse encontro um dia irá acontecer.

Sua vida seguirá paralela a esse desejo secreto e clandestino. Iram namorar, noivar, casar, ter filhos e netos, mas a vontade estará lá, guardadinha dentro dele e, na primeira oportunidade, ela salta pra fora com a fome insaciável de um lobo na caça de sua ovelha. 
A magia do encontro desprovida de pudores acontecerá certamente em algum momento oportuno de sua vida.

Apreciadores de bonecas existem em todas suas formas e classe social: indo de faxineiro a empresário bem sucedido, passando por artistas, atletas, políticos, militares e etc.; seja ele gordo ou magro; seja ele branco, cafuzo, mameluco, mulato, negro ou indígena.

Alguns amigos já me falaram que gostam de sair com bonecas, porque sabem que vão gozar da forma que eles QUEREM gozar e não da forma que eles PODEM gozar. Diferentemente de se sair com mulheres, que são mais comedidas sexualmente falando – “não pode isso, não pode aquilo, o que vão pensar de mim”; ou, se pode, são cheias de "não me toques" e limitações.
Tudo é perfeitamente entendível. Toda reação tem uma ação e essa reação delas tem a ver com a criação, religião, educação e etc, ou seja, são programadamente bloqueadas (sexualmente falando).

Esse fetiche clandestino de um homem, o seguira até o seu leito de morte. A clandestinidade “proibida” aguça mais ainda a libido masculina. Marinheiros de primeira viagem chegam ao orgasmo até mesmo sem fazer nada; só de pensarem na possibilidade de tocar uma boneca, já estão gozando. Sempre acho muito engraçado e estranho ao mesmo tempo. Se alguém me contasse, não acreditaria.

Nessas minhas pesquisas, algumas perguntas foram feitas e as respostas sempre coincidem com as da maioria.

Abaixo algumas perguntas que costumo realizar e suas respectivas respostas.

Se vc respondê-las de forma diferente, por favor, deixe-me saber, pois preciso enriquecer o meu acervo.

1) O seu melhor amigo sabe que vc curte ou que já saiu com uma boneca?
Resp.: Não. Ele jamais entenderia e acharia que eu sou gay. A sociedade é muito preconceituosa.

2) Se algum dia vc a encontrasse em um local público (rua, restaurante, cinema, boate e etc.) e vc estivesse acompanhado por amigos ou familiares, vc a cumprimentaria?
Resp.: Não, pois provavelmente eles achariam que eu a estou pegando.

3) Se vc estivesse com um grupo de amigos e encontrassem com uma boneca, que vc sai na calada da noite, e eles fizessem chacotas com mesma. Vc faria chacota também ou vc os repreenderia?
Resp: Não faria chacota, mas também não os repreenderia. Eles poderiam ficar me zoando ou achar que se eu estou tomando as dores dela é porque curto bonecas.

4) Vc assumiria um relacionamento com uma boneca?
Resp.: 90% dos homens responderam que não; 5% disseram que assumiriam se não tivessem família ou se morassem em outro estado, onde seus amigos e familiares nunca pudessem saber; e 5% disseram que assumiriam sem problemas, pois ninguém tem nada a ver com a vida deles.

5) Vc sairia com outro homem ou um gay?
Resp.: 98% não sairiam com outros homens, muito menos com gays. Os adoradores de bonecas gostam da figura feminina, do cheiro e da delicadeza inerente a mesma. Já 2% disseram que sim, colocaria apenas pra mamar e/ou até os comeriam, mas sem beijo boca ou qualquer tipo de afago carinhoso.

6) Se em um “manage à trois” (vc, ela e mais outro homem), ela pedisse pra vc pegar, mamar ou dar para o outro cara, por se tratar de um fetiche dela, vc o realizaria?
Resp.: 97% não fariam absolutamente nada com outro macho, 1% pegaria, 1% chuparia e 1% daria.


Tiveram muitas outras perguntas ao longo desse meu senso, mas não me recordo de todas no momento.

A grande verdade é que na relação entre homens e mulheres, os homens são dominadores 99% do tempo, seja em relação ao sexo (ativamente falando), seja em relação às decisões do cotidiano (resolver problemas onde a presença deles é mais respeitada) ou  em relação ao convívio interpessoal.
Portanto, o tesão por uma boneca advém desta liberação psicológica (deixar de ser o dominador e ser o dominado, em muito dos casos).

Constatei que o universo masculino se divide em 5 grandes categorias: os que curtem e partem para o ataque (30%); os que curtem, mas têm preconceito contra eles mesmos (25%); os que curtem, mas têm medo (10%);  os que curtem, mas têm medo do que a sociedade vai pensar (33%); e os que simplesmente não curtem (2%).

Mesmo que o homem tenha a convicção de que não curte bonecas, se numa madrugada de frio, já alcoolizado, cheio de tesão e sozinho, ele esbarrar com uma no elevador ou numa rua deserta, tenho plena certeza que irá titubear ou até mesmo cantá-la. Se uma dessas coisas não acontecer, no mínimo ele fará uma “homenagem” à mesma, quando chegar a casa.

Outra coisa que vc pode até não concordar, mas é fato: nosso corpo é fisiologicamente igual ao dos homens e sabemos exatamente onde se encontram os 10 pontos erógenos masculinos, com exceção do óbvio, é claro – o pênis, por ser este o imperador de toda a excitação masculina.

Logo, a relação com uma boneca levará o homem sempre a orgasmos inimagináveis ou jamais proporcionados por uma mulher. Se é melhor ou pior, só ele mesmo saberá responder; mas, no mínimo, será muito diferente de toda sensação de prazer que ele já teve na vida.

Não se esqueça de responde o problema proposto lá em cima, ok?

Vou ficando por aqui...

Beijocas e até o próximo Domingo.




domingo, 31 de julho de 2016

O Lixo da Sociedade



Essa semana, assisti uma entrevista, que depois, antes de pegar no sono, me fez refletir sobre o assunto e fazer retrospectivas da minha vida e minhas atitudes perante a sociedade, nesse meu mundo de transformação.

Devo confessar que já ouvi falar e já vi em videos, noticiários e filmes várias formas de preconceitos, mas, no que tange ao preconceito contra bonecas ainda não presenciei nada disso. Ainda bem..., pois nem sei de que forma reagiria, para ser sincera. Sou muito bonachona e educada, mas de pavio curtíssimo; e detesto presenciar qualquer tipo de falta de respeito, seja comigo ou com outras pessoas ao meu redor.

Uma trans muito famosa disse, na tal entrevista, que as bonecas são tratadas como “o lixo da sociedade”.  Fiquei pensando: será mesmo que somos tratadas ou que devemos nos sentir assim – o lixo da sociedade? Será que as pessoas realmente pensam dessa forma? Sei que, na verdade, existem pessoas e pessoas e que, geralmente, os seres humanos têm o péssimo hábito de se prender as coisas negativas. É muito mais fácil apontar o dedo criticando do que elogiando alguém. Isto é fato! 
Você pode ter enumeras qualidades, mas se tiver um único defeito, sempre será julgado por ele. Sem contar que tem o lance de se nivelar por baixo. Se existem bonecas desonestas e marginais, todas serão consideradas como tais. O engraçado é que homens e mulheres não são julgados desta forma, né? Existem marginais heteros também, mas isso não faz com que todos os heteros sejam nivelados da mesma forma.

Até entendo que algumas bonecas vivem à margem da sociedade, tipo “borderline” mesmo. Umas porque querem e fazem por onde e outras são jogadas lá involuntariamente pelos seus próprios familiares e aceitam esta situação sem a mínima força de vontade em sair de lá. Mas daí a se sentir “o lixo”, acho falta de amor próprio e demasiada baixa estima.

Nos parâmetros estipulados pela sociedade do que é certo ou errado, somos consideradas o erro, a aberração e a anomalia. Mas afinal, o que é errado? É errado uma pessoa querer viver feliz com seu próprio corpo ou da forma que lhe convém? O errado é algo muito subjetivo, não acha?

Não gosto de criticar ninguém. Acho que todos têm que se sentir à vontade dentro de seus limites, possibilidades e desejos, desde que não venham a agredir ou importunar a outro alguém. Um dos princípios básicos da convivência harmônica em sociedade é: O direito de um cidadão termina, quando começa o do outro.
Portanto, não é certo, sair por aí tirando vidas alheias ou espancando outros seres humanos apenas por não aceitarem a forma deles viverem e serem felizes. Realmente, não consigo entende. Desculpem-me; mas, na verdade, acho que nunca entenderei.

Sou discreta no tange a não me expor e evito ao máximo certos tipos constrangimentos. Por exemplo, não me rendo a programas e nunca me renderei... (Bom..., vamos lá... rs Se for por um milhão de Euros, eu topo sem pestanejar.); não curto usar roupas que me deixem desnudas ou que possam me tornar vulgar; não faço topless em praias lotadas de gente; procuro falar baixo e sem gesticular muito; gosto de falar olhando nos olhos das pessoas; e tento passar ao máximo despercebida pela multidão.

Se quisermos ser respeitadas e inseridas no “mundo real”, temos que nos fazer respeitar e viver nela como a grande maioria. Nunca gostei dessas coisas de guetos e de exceções para a minoria, tipo cota para travesti, negros e índios ingressarem na universidade. Por que isso? Como querer ser igual à maioria, se já começa se excluindo. Parto do princípio, que o que torna uma pessoa capaz ou não é o intelecto humano e não o corpo, a raça, a religião ou etc. Então, corra atrás, ou melhor, na frente! As batalhas mais suadas são as que têm um sabor maior de vitória.

Até entendo certas atitudes de algumas bonecas, que cansadas da vida que levam ou levaram, acabam criando uma carapaça agressiva e interesseira ao seu redor. Isto não quer dizer que todas, em suas essências, sejam más; muito pelo contrário, já conversei com algumas de uma doçura infinita no relacionamento interpessoal, mas que, quando enfrentam a sociedade, viram umas gladiadoras ferrenhas. Como disse, entendo, mas não compreendo. Acho desnecessário qualquer tipo de agressão, mesmo que verbal.

No fundo, no fundo, nós (seres humanos) não estamos acostumados a lidar com o diferente. Somos programados, desde muito pequenos, a excluir o diferente. O diferente assusta, ainda mais quando essa diferença é alvo dos fetiches mais sórdidos dos seres humanos - como somos vistas (objeto sexual). Que pena! Eu, particularmente, acho que tenho muito mais a oferecer do que um simples sexo. Gostamos de homem sim, mas não é qualquer homem. 

O problema é que as pessoas andam tão inseguras de si mesmas, que acabam vendo na gente certa ameaça infundada. Logo, é mais fácil tentar nos agredir moralmente com certos comentários descabidos e rótulos impiedosos, do que tentar reconhecer que somos seres humanos normais como qualquer um e que o queremos é apenas ser feliz.
Gostar do normal é muito fácil. O grande desafio da vida está em aprender a amar e respeitar o diferente. No final da vida, acredito que o julgamento final esteja baseado nesses aprendizados, que tanto nos fazem evoluir espiritualmente. 

Meus amores, me desculpem pelo desabafo, mas não posso ouvir uma pessoa pública falar uma besteira dessas em rede nacional, principalmente em nome de um grupo, ao qual faço parte, e dormir com a consciência tranquila sem ao menos defender a classe das bonequinhas desamparadas. Rs...

Beijinhos e abraços apertados!

Vejo vcs no próximo Domingo.

Byeeee...!!!