Nossa..., quanto tempo desde meu último post, né?
Estava mega, super e hiper assoberbada até alma de trabalho. O pouco tempo que me restava, ficava sem a mínima vontade de encarar o laptop pra escrever algo. Às vezes, me vejo muito preguiçosa mesmo. Em certos momentos da vida, o ócio é tão bom, né? Ficar "giboiando" é a melhor coisa do mundo. E nos finais de semanas tenho me dedicado mais ao meu branquinho. Viro uma carrapatinha e não quero desgrudar dele um só instante.
Hoje, irei escrever um pouco como anda minha vidinha de transformação. Há momentos que acho engraçadíssima a forma com que meu corpo reage aos estímulos químicos (hormônios) e também aos emocionais. Afetivamente, minha vida anda a mil maravilhas, cada vez mais apaixonada e o melhor de tudo é que a retribuição do afeto é recíproca.
Após sete meses me hormonizando de uma forma amena, chegou o momento das doses cavalares. Aquelas que definitivamente registraram sobre meu corpo as formas mais sinuosas do desenho feminino. Antes era apenas um tipo de hormônio. Ah, vamos lá..., dois, digamos assim, mas de forma conjugada. Agora, serão dois anti-androgênios e três hormônios femininos (um progesterona e dois estradiol). Anteriormente, só estava utilizando um estradiol e uma dose muito fraquinha de anti-androgênios. O que trabalhou com mais intensidade a pele e a parte superior do corpo, nomeadamente, rosto e seios. Agora, a nova dosagem trabalhará mais intensamente a parte inferior do corpo. Perna, bumbum, quadril e cintura; embora, os meses iniciais me deram um bumbum mais volumoso e bem mais arredondado.
Já estou usando há uma semana essa nova formulação e devo confessar que o que mudou drasticamente foi o meu estado emocional. Embora saiba que meu estado de humor irá alterar também, só senti mudança no emocional até o momento.
Semana passada (véspera de feriado), aconteceu um episódio que eu mesma fiquei sem entender a falta de controle que estou tendo sobre meus sentimentos. Passavam-se das 22h e meu namorado sugeriu que fossemos nos deitar para dormir. Mas sabem aquelas coisas que acontecem que, por mais sono que se tenha, o contato de pele entre dois amantes faz o sono se dissipar imediatamente? Pois bem, foi isso que aconteceu. Começamos a nos acariciar...
Uma coisa que me tira do sério... Aliás, duas coisas. Como já postei em textos anteriores, uma é a sensibilidade exacerbada que tenho nos seios e outra é a barbinha por fazer do branquinho no pescoço. Nossa..., essas duas coisas me fazem chegar a um ponto de inércia “orgásmica”, ou seja, me fazem chegar ao grau máximo de excitação na cópula carnal, onde depois disso meu corpo tona-se inebriante de prazer e qualquer toque, o mínimo que seja, me fazer chegar ao orgasmo muito rápido. Acho que se, nesse momento, cair uma gotinha de suor do meu amado sobre meu corpo, eu explodo de prazer. Mas, como sabia que sou, fico me controlando pra não ficar “gozando” a toda hora. Até porque se não a vizinhança vai me expulsar do condomínio por conta dos meus escândalos transgredindo a lei do silêncio. Rs... L
Por favor, também não vão pensar que sou uma louca e escandalosa em todos os momentos íntimos. Mas se não gemer, gritar ou esboçar qualquer tipo de ruídos, mínimo que seja, fico sufocada.
Bem, voltando ao momento “cama pra dormir...” Rs... Não conseguimos dormir, antes que pudéssemos nos acariciar e nos amar loucamente. Como as luzes já estavam todas apagadas e o quarto escuro e silencioso, resolvi ligar um sonzinho ambiente para, digamos que..., abafar os ruídos da minha boca sem controle.
Coloquei um “set” que amo (tipo música pra relaxar) de um percursionista brasileiro que toca “Rocks” antigos no piano – o “set” é muito bom (coloquei uma musica aí acima para que vcs possam ouvir). Mas a tecnologia é “foda”, né? O aparelhinho tem um sistema shuffle que vai tocando as músicas aleatoriamente. E logo a primeira música a ser tocada foi “Hotel California”, que eu amo. Nesse exato momento, meu branquinho estava deitado na cama, de barriga pra cima, e eu montada sobre ele. Lembro que me despi, deixando os seios a mostra, e que logo em seguida ele me beijou e os acariciou. Gente... não sei o que aconteceu... Mas desabei a chorar compulsivamente. Chorava, chorava... E a cada toque dele chorava mais ainda. Ele sem entender nada – coitado – me abraçava e falava coisas carinhosas pra me consolar.
Coloquei um “set” que amo (tipo música pra relaxar) de um percursionista brasileiro que toca “Rocks” antigos no piano – o “set” é muito bom (coloquei uma musica aí acima para que vcs possam ouvir). Mas a tecnologia é “foda”, né? O aparelhinho tem um sistema shuffle que vai tocando as músicas aleatoriamente. E logo a primeira música a ser tocada foi “Hotel California”, que eu amo. Nesse exato momento, meu branquinho estava deitado na cama, de barriga pra cima, e eu montada sobre ele. Lembro que me despi, deixando os seios a mostra, e que logo em seguida ele me beijou e os acariciou. Gente... não sei o que aconteceu... Mas desabei a chorar compulsivamente. Chorava, chorava... E a cada toque dele chorava mais ainda. Ele sem entender nada – coitado – me abraçava e falava coisas carinhosas pra me consolar.
Na verdade, acho que foi um misto de tudo. Acho que naquele momento, estava me liberando de todos os grilhões impostos por minha vida. Estava diante da pessoa que amo e confio, e naquele instante podia me despir totalmente e desabafar. Mas pra dizer a verdade, nem sei do que me desabafar... Não tenho nada pra desabafar... rs... Como a cabeça de mulher é estranha... Nossa... rs... Loucura, loucura, loucura!
Após chorar muito, me recompunha. Ia ao banheiro lavar o rosto, respirava fundo e voltava para cama. Ele me tocava e eu chorava novamente... rs... Depois de umas três sessões de choros, idas ao banheiro e retornos para cama, conseguimos finalmente terminar o que havíamos nos proposto a realizar – um amor como sempre muito gostoso.
Ainda, bem que ele é um fofo, mega carinhosinho e soube como poucos homens no mundo me entender e me amparar. E o melhor de tudo: não perder o pique! Rs...
Ainda, bem que ele é um fofo, mega carinhosinho e soube como poucos homens no mundo me entender e me amparar. E o melhor de tudo: não perder o pique! Rs...
Então, tenho me surpreendido com coisas que antes não existiam na minha vida. Tento encarar cada dia com resignação. Sei que muitas coisas ainda estão por vir. Muitos obstáculos a enfrentar. Mas de uma coisa tenho plena convicção: se estiver do lado do homem que me ama, enfrentarei o mundo se preciso for.
Bjinhos e até o próximo post.
Ah..., já ia me esquecendo... Quem puder, vá assistir ao filme do Almodovar, que está em cartaz, “A pele que habito”. O filme é maravilhoso!
Nada tem a ver com minha transformação, mas é uma das facetas de se ver num corpo de uma mulher.