quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Essa boneca tem manual (12º Post)



Olá, pessoas...!!!
Estava morrendo de saudade de escrever contando um pouco mais sobre minha vivência nesse mundo de transformação.
Quanto mais me transformo, mais tenho vontade de desistir. Rs... (Brincadeirina à parte). Isso, jamais!!!
Vocês não têm a menor noção do quanto o mundo feminino é complexo. A cabeça então..., nossa..., é muito louca. Às vezes, pego-me sendo chatinha igual as mulheres. Tudo isso pura culpa dos hormônios femininos. Vivo cada dia com uma oscilação turbulenta de humor.
É carência do nada. É solidão meio a uma multidão de pessoas desejando sua companhia. Pode parecer engraçado, mas por mais que esteja rodeada de pessoas amigas ou não, em algum momento me sinto carente. Digo carente de carinho. Carente de um simples SMS do meu gatinho dizendo que estava pensando em mim. Carente de ser acarinha por ele, de poder deitar em seu peito cheiroso e dormir um pouquinho, ou simplesmente de ficar ali quietinha ao seu lado, com as pernas jogadas sobre as dele. Não precisa falar nada, só o fato de estar ali já é uma forma de me sentir protegida e amparada.
Estou percebendo que meu manual está sendo digitado a cada minuto da minha vida. São tantas coisas que antes não existiam e que agora existem. Isto acaba fazendo com que as pessoas não saibam de que forma me tratar. Talvez, por já estarem acostumados a tratar bonecas de forma grosseira, ou por não me conhecer acabam, falando coisas que me deixam irritadíssima.
Mas não todos, é claro! O meu branquinho....,  ah..., ele sabe tudo sobre mim. Surpreende-me a cada momento. Estou mega apaixonadinha. Ele é um fofinho...!
Estou muito mais sensível a cada dia que passa. Mas estar sensível, não é sinônimo de estar querendo fazer sexo toda hora. Alto lar!!! Tenho vontade de fazer sexo apenas com quem amo. Quando nos encontramos é explosão na certa. Tudo nele me faz bem. Parece que ele leu o meu manual inteirinho. Aquela barbinha no meu pescoço é algo que me enlouquece completamente.
Essa semana, saímos para a balada. Dançar agarradinha com ele foi a coisa mais gostosa do mundo. Ele é um verdadeiro gentleman. Mas como todo macho que se preze, é muito safadinho também. Rs... Lá para as tantas, ele chegou ao meu ouvido e com aquela voz safada de macho no cio, me disse assim: “Mô, o “sapinho” está nervoso”. E me apertou contra o seu corpo. Na mesma hora senti que algo lá embaixo estava completamente rígido. Sentir aquilo me deixou loucamente molinha e com certo ciúme. Veio à tona aquele sentimento de posse e medo de alguém ver ou perceber, mesmo por cima da calça, algo que é só meu. Assim que me senti na hora. Minha reação foi de ficar agarradinha nele para que ninguém pudesse notar. Rs... O que foi esquentando ainda mais meu corpo. Comecei a ficar com um calor..., e ele para completar, me dando uns beijinhos gostosos e inimagináveis. Será que ele está fazendo algum curso de beijos? Será que isso existe? Rs... Ele tem me dado uns beijinhos tão saborosos, que me deixam atônita.
Bem, vocês devem estar se perguntando o porquê do nome sapinho. Rs... Isso é coisa minha... Sempre gosto de apelidar carinhosamente as coisas que me interessam. Mas vou contar de onde se originou o codinome sapinho. Certa vez, cansada do Carnaval do Rio, do tumulto, do calor e etc., resolvi fazer um retiro espiritual e viajei para casa dos meus tios em Friburgo. A casa ficava alguns poucos metros de uma cachoeira, que dava para escutar o barulho da água caindo e passando entre as rochas. Logo na primeira manhã, acordei aos gritos. Estava tendo um sonho tão gostoso com a natureza e com pássaros se enroscando nas minhas pernas, acarinhando-as tão deliciosamente. Sem querer acabei prendendo um embaixo de uma das pernas e no mesmo momento que sonhava, veio de súbito a minha mente o pensamento de que se fosse um pássaro, deveria estar sentindo algo quentinho e não gelado com parecia ser. Rs.... Acordei desesperada e quando puxei o lençol, me deparei com um sapo nojento. Nossa..., fiz um verdadeiro escândalo, que num segundo despertei todos da casa. Tenho pavor desses anfíbios (sapos e pererecas), embora ache o sapo muito lindinho. Então, vem daí o apelido do sapinho do meu branquinho.
Uma vez, estávamos deitadinhos no sofá da sala e senti algo pulsando em minhas pernas e lembrei-me da tal estória da viagem de Carnaval. Quando desci a mão para ver o que era, segurei no “piu-piu” do meu amor. Rs... Desta forma, o apelidei de sapinho.
Bom, voltando ao assunto da nossa noite....
Chegamos à casa às 6h da manhã. Tomamos banho e ficamos namorando. Não sei se foi porque havia tomado uma bala logo que cheguei à boate, mas estava com uma excitação fora do normal. Meu primeiro orgasmo foi com ele roçando a barba no meu pescoço. Isso nunca havia acontecido comigo antes. Como disse em outros posts, tenho uma sensibilidade muito grande nos seios e chego ao orgasmo fácil quanto ele os toca, mas daí a explodir de prazer com ele no meu pescoço, isso jamais havia ocorrido. O segundo orgasmo foi com ele nos meus seios e o terceiro, bom... o terceiro, vocês já devem imaginar com o correu.  Depois, dormimos garradinhos. É tão bom "mimir" agarradinha nele. Acordei, por volta de meio dia, com ele já querendo mais. Oh..., gatinho guloso... rs...
E assim foi o nosso delicioso domingo, cheios de namoricos e orgasmos múltiplos. Só levantamos da cama para almoçar e assistir o jogo do flamengo.
Meu branquinho estava realmente impossível... Aliás, acho que ele tem o meu manual...
Bejinhos e até breve!

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